COMÉRCIO E ARMAZÉM
O stock da loja e o do armazém não dizem a mesma coisa. O cliente, esse, quer saber se há.
Uma quantidade certa, a mesma em todo o lado, ou promessas que não se podem cumprir.
Num comércio com armazém a mesma referência vive na caixa, na folha de cálculo do armazém, na loja em linha e nas encomendas aos fornecedores. Quatro números, raramente os mesmos. A LYVIA liga a caixa, o stock, a loja e a faturação para que uma quantidade entre uma só vez e esteja certa em todo o lado. À distância, a partir de Fribourg. O diagnóstico é gratuito.
Uma referência, quatro verdades
Cada sítio onde uma quantidade é mantida à parte é um sítio onde se torna falsa. Eis onde vive hoje.
Enquanto a loja, o armazém e a loja em linha mantiverem cada um a sua conta, cada inventário só adia o desvio para o mês seguinte.
Onde se parte, num comércio
A loja em linha vende o que já não há
A quantidade em linha data da última atualização manual. O cliente encomenda, liga-se-lhe para pedir desculpa.
O armazém e a loja discutem
Dois ficheiros, duas pessoas, duas verdades. A transferência entre os dois faz-se de cabeça.
A encomenda ao fornecedor a olho
Encomenda-se o que falta visivelmente, não o que vai faltar. As ruturas caem sempre nos produtos que se vendem.
A caixa não fala com a contabilidade
O número do dia é reintroduzido à noite ou enviado à contabilidade por ficheiro, com os erros de cópia.
Não vende duas vezes o mesmo artigo. Os seus programas, sim.
O que ligamos primeiro
A caixa, o armazém e a loja em linha partilham um só stock. Uma venda dá baixa em todo o lado. Um limiar desencadeia a encomenda ao fornecedor. A caixa alimenta a contabilidade sem reintrodução.
A caixa e a loja que já tem ficam no lugar. Apenas deixam de manter cada uma o seu número.
O que muda, concretamente
Já não se vende o que não há
A loja em linha mostra a quantidade real. As chamadas para pedir desculpa desaparecem.
As encomendas saem antes da rutura
Um limiar por referência, uma encomenda preparada sozinha, validada com um clique.
A contabilidade recebe a caixa sem ficheiro
O número do dia passa sozinho para a contabilidade, com o IVA à taxa certa.
As novidades veem-se
Uma foto do telemóvel, e o produto está na ficha Google e nas redes no dia da sua receção.
Perguntas frequentes
O que os comerciantes nos perguntam
A nossa caixa é antiga. É preciso mudá-la?
Não necessariamente. Vemos o que sabe exportar. Muitas vezes chega para alimentar um stock central e a contabilidade.
Temos milhares de referências.
É precisamente quando já não se pode contar de cabeça que um stock único se torna rentável. Começa-se pelas referências que se vendem.
E o inventário anual?
Torna-se um controlo, não uma descoberta. Quando as quantidades se movem a cada venda, o desvio de 31 de dezembro conta-se pelos dedos.
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Escolha uma referência, seguimos-lhe o rasto
O diagnóstico é gratuito. Pegamos num produto que se vende e vemos quantas vezes a sua quantidade é mantida à mão entre a receção e a venda.